1. Star Wars Destiny
Um jogo que desperta a capacidade analítica e raciocínio lógico. Star Wars Destiny não exige dos jogadores um conhecimento profundo da saga, mas para avançar no game é importante ter algum conhecimento sobre a saga de Vader e Skywalker. O game pode ajudar o gestor na tomada de decisão rápida, pois aguça a elaboração de estratégias em tempo real à medida que as jogadas acontecem.
2. Blood Rage
Não é só a beleza do tabuleiro de Blood Rage que encanta. Esse game exige controle e estratégia do jogador não só para combater os líderes Vikings inimigos na alocação de soldados e recursos. É um jogo excelente para estimular o gestor a pensar sobre como utilizar as ferramentas disponíveis com eficiência, e identificar se os seus funcionários estão nas áreas corretas e cumprindo funções que deveriam. Muitas vezes um colaborador pode ter uma formação acadêmica em uma determinada área, mas ter aptidão para outra função. Esse game pode ajudar o gestor justamente nessa percepção.
3.Captain Sonar
Esse board game além de ser um dos mais lúdicos traz um dos itens mais importante para o sucesso de um negócio: O trabalho em equipe! Ambientado em uma batalha fictícia entre dois submarinos, o Capitão com auxílio do primeiro imediato e outros membros da equipe não conseguem obter êxito se não dividir as responsabilidades das ações no jogo. Ideal para jogar com os colaboradores e despertar esse espírito de união e sinergia para as atividades do dia a dia.
4. Onitama
Aparentemente simples mas extremamente complexo e estratégico, Onitama coloca os jogadores no papel de monges movendo seus iniciados em um tabuleiro, tentando garantir uma posição de vantagem sobre seu adversário. Exige análise preditiva e muita lógica. O jogo pode ser bom tanto para os gestores quanto colaboradores, pois evidencia a importância da tomada de decisões rápidas e racionais, além de despertar consciência de risco.
5. Coup
O último card game e não menos importante que os demais é rápido e que exige capacidade de leitura de sinais de seus oponentes para identificar se os mesmos estão falando a verdade ou não sobre seus personagens. Estimula a dinâmica de grupo, pois só pode ser jogado de três a dez participantes. Ideal para chamar grupo de funcionários de diferentes áreas para identificar habilidades.
Informações, reportagens extraídas da internet com conteúdos interessantes, curiosidades, conhecimento. Simples, prático e direto ao ponto. Material para guardar e ler sempre.
segunda-feira, 23 de abril de 2018
quarta-feira, 28 de março de 2018
Planejamento e execução
Nesse terceiro texto vamos tratar da execução do planejamento.
Em todos os casos, seja para aquela empresa que está fazendo seu primeiro planejamento, seja para aquela outra que já está numa fase mais avançada, o desafio passa a ser a execução. Muitos ficam na elaboração e criticam esse instrumento como falho porque não o implementaram. Observo, no entanto, que na maior parte das análises da causa, elas demonstram que a falha principal foi de execução.
Já se sabe por meio de pesquisa de autores renomados que nem o mais importante é o planejamento nem a execução. Ambos se complementam. Ou seja, execução sem planejamento poderá levar para caminhos de sucesso com prazo curto ou fracasso, e planejamento sem execução para caminhos de sucesso efêmero ou fracasso. Há exceções, claro!!!
Abrindo um parêntese: você já percebeu que 99% dos livros americanos pegam os mesmos exemplos de empresa para análise, sempre Facebook, Google, Apple (essa então...). Observou também que ainda hoje, depois de tanto tempo, falam sobre o livro Feitas para Durar? Sem polemizar, apenas sugiro que você leia o livro Derrubando Mitos. Tem pontos de vista muito interessantes.
E como ter uma execução eficaz do seu planejamento? Com uma equipe afinada e compromissada. Fácil de dizer, mas difícil de concretizar. Aqui está o grande esforço a ser efetuado para que se maximize o resultado do que foi planejado.
Envolva sua equipe, treine, motive, explique o sentido de tudo, transmita sua visão, comprometa, torne todos responsáveis por uma parte do plano de ação e acompanhe, oriente, cobre, avalie!!! Depois conte pra mim!
Só isso!!! Sem mais delongas... Em poucas palavras e muito efetivo. Parece inacreditável? Posso provar.
Planeje com o maior aprofundamento e ajuda possível e comprometa sua equipe.
Reforço que estou simplificando bastante todo o processo porque não tenho a pretensão de escrever um artigo acadêmico ou resumir o assunto a 3 pequenos artigos. Minha intenção é apenas escrever sobre alguns pontos básicos para sempre repassar aos meus clientes quanto tratarmos de planejamento, plano de negócios, canvas, Business Model Generation, e outros temas para os quais sou contratado. Ao invés de repetir, resolvi escrever em rápidas linhas.
Vou deixar outras observações por aqui ao longo do tempo. Sempre bom compartilhar!
Leopoldo Nunes
br.linkedin.com/in/leopoldonunes
quarta-feira, 14 de março de 2018
Um planejamento estratégico feito por você
No texto anterior abordamos a possibilidade do planejamento ser superficial por falta de aprofundamento das informações, da possibilidade de ser elaborado junto com os colaboradores, da necessidade de se obter resultados com esse instrumento de trabalho e de não torná-lo complexo.
Nesse momento, vamos conversar sobre TER um planejamento que é o passo fundamental. Seja ele elaborado segundo as orientações acadêmicas, ou práticas, ou a partir de dicas ou vídeos de internet, ter uma direção é o que mais importa.
E o que deve conter um planejamento mínimo?
Deve conter principalmente uma visão porque mostra o alvo a conquistar e um caminho curto para chegar nessa visão, uma estratégia. Sobre visão costumamos pedir que o cliente se veja onde estará depois de algum tempo. Esse tempo pode ser definido ou não, o que conta é que não seja muito longo tendo em vista as mudanças rápidas pelas quais passamos hoje em dia.
Utilizando a cidade e o mapa como referências, ao saber onde está o potencial ponto de chegada, podem ser utilizados vários caminhos que levam em conta, nesse comparativo, tempo, congestionamento, sinais, distância. O caminho escolhido pode ser mais curto ou mais longo dependendo dos seus interesses e limitações.
No caso real, se a visão é de crescimento, os caminhos dependerão de recursos financeiros, de pessoas, de tempo, de mercado, de produto dentre outros. O caminho ou estratégia, vai ser elaborada de acordo com os interesses e limitações, mas poderá estabelecer, por exemplo, que o caminho não tão curto é melhor tendo em vista o interesse em não se endividar e por aí vai.
Para o mínimo então, faz-se necessário que se crie o como por meio do plano de ação que vai delinear os detalhes das estratégias escolhidas. O envolvimento dos colaboradores é percebido nessa hora pois um planejamento feito de forma isolada não terá mais de um responsável pela sua execução. Para empreendedores cada vez mais ocupados, como isso dará certo?
Em paralelo, inicia-se um processo de delegação e monitoramento que faz parte da caixa de ferramentas do gestor, para lembrar que cada ação de gestão efetiva leva a outras, secundárias, tão importantes quanto a primária. Explicando, um simples planejamento envolve tanto o seu benefício direto de antecipar decisões quanto trabalho em equipe, criação de processos de execução e acompanhamento que impactam no restante da organização.
Feito o mínimo, vamos à execução!!! Tema do próximo texto.
Ah!!! Quem quer pular etapas, às vezes acaba não fazendo nada. Sabe muito e faz pouco. Tenho visto muito isso. Analise uma grande empresa e avalie o que está sendo dito nesse parágrafo. A complexidade não está na metodologia e sim na feitura, na quantidade de variáveis na mesa, na precisão dos acertos, nos cenários, nas estratégias, na taxa de sucesso. Quanto maior a taxa de sucesso desejada, maior o esforço e complexidade do planejamento. Válido para micro, pequenas, médias e grandes empresas. Se você tiver acesso à todos os portes, sugiro confirmar o que estamos afirmando.
Outra coisa: todos os textos são válidos para o plano pessoal. Tem autores que escrevem um livro para empresa e outro para planejamento pessoal. Não precisa. Os conceitos são os mesmos. Você é que decide se quer gastar mais ou menos.
Leopoldo Nunes (br.linkedin.com/in/leopoldonunes)
sexta-feira, 9 de março de 2018
segunda-feira, 5 de março de 2018
Qual o problema com o planejamento estratégico?
Um
número significativo de empresas não passa de 5 anos de vida por falta de
planejamento segundo o Sebrae. Por que o empreendedor não tem estímulo para
desenvolver uma atividade que impacta na sobrevivência de empresas de uma forma
geral? São muitas as respostas e muitas pesquisas já foram feitas sobre o
assunto, mas quero apresentar algumas observações que fiz ao longo dos anos, auxiliando a elaboração do planejamento estratégico de empresas de todos os
portes.
Vamos analisar um dos aspectos nesse primeiro
momento.
Em primeiro lugar o planejamento acaba sendo
superficial se for elaborado isoladamente devido, dentre muitas opções, à necessidade de informações,
de disciplina para reunir e apresentar os dados antes de pensar estratégias, à
pressuposição de cenários positivos e à potencial perspectiva de que, na
verdade, tudo já estava na cabeça e aquilo é só burocracia. Por outro lado, se forem
convocados colaboradores, estes terão que ser preparados e orientados para ajudar
na elaboração, aprendendo a metodologia e trazendo ideias e informações novas.
Ou seja, no final das contas, perda de tempo para quem já não tem tanto tempo.
Confesso que a palavra superficial talvez não esteja
bem colocada e possa haver muita polêmica sobre qual seria então a palavra
certa. No entanto, se poucas empresas efetivamente tem planejamento ou falham
quando o tem, talvez aquela palavra não seja assim tão fora de contexto. Mas o
que é importante aqui, é o que pode ser feito para que o empreendedor
dê esse passo e, na minha opinião, a resposta é o fazer algo que traga resultado.
Tudo aquilo que é feito sem que se tenha uma
resposta ou resultado, torna-se sem sentido e vai ser abandonado ou descartado.
Da forma como são elaborados, os planejamentos não tem tido êxito pois, ao final, o que restam são numerosas ações desconectadas de estratégias ou mesmo
conectadas com estratégias que não foram devidamente internalizadas ou bem
definidas.
Uma sugestão que dou é o planejamento escalonado,
iniciando de forma bem simplificada e progredindo até um planejamento que se
possa chamar de estratégico. Se puder contar com apoio externo, ainda melhor, tendo
em vista que pessoas de fora podem ter insights oportunos e torná-lo mais
eficaz. Poucas expectativas e 100% de resultados é melhor do que um
planejamento estratégico engavetado.
Em outro texto, pretendo desenvolver o tema planejamento estratégico, tentanto aprofundar aspectos de sua construção e execução, analisando textos de outros autores e o que mais for importante para compor um raciocínio simples que o leve a adotar essa prática.
Leopoldo Nunes (br.linkedin.com/in/leopoldonunes)
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Livros - indicações da década passada 2000
Liderança é tudo
10º lugar: Execução, de Ram Charan. Este é um livro sobre como fechar a lacuna entre os resultados prometidos e os alcançados. Realizações bem-sucedidas resultaram da prática voltada para a execução - unir pessoas, estratégia e operações - os três processos-chave de cada negócio. Liderar esses processos é o verdadeiro trabalho da gerência - não apenas formular uma ‘visão’, deixando a tarefa de torná-la realidade para os outros. Bossidy e Charan revelam a importância do total e profundo envolvimento em uma organização e explicam por que um diálogo consistente sobre pessoas, estratégias e operações gera uma empresa baseada em honestidade e realismo.
9º lugar: Check list dos líderes, de Chris Clarke Epstein. O objetivo de fazer perguntas é obter respostas. Líderes fazem perguntas para coletarem informações, compreenderem motivações e descobrirem problemas. As perguntas feitas e respondidas no local de trabalho podem revelar emoções, descobrir novos enfoques e aumentar a eficiência. Todos esses resultados desejáveis presumem uma só coisa - que alguém realmente obteve respostas para as questões indagadas. Obter boas respostas a perguntas tem a ver com a habilidade de quem indaga. Este livro mostra aos líderes como questionar e atingir resultados.
8º lugar: Liderança radical, de Steve Farber. Se você quer se tornar não só um líder, mas o melhor líder que puder ser, prepare-se para dar o salto radical que Steve Farber propõe neste livro por meio de quatro ações - cultive o amor, produza energia ao seu redor, inspire audácia e apresente provas de que está comprometido com seu objetivo. Nesta fábula moderna, divertida e cheia de suspense, você descobrirá como renovar o entusiasmo pelo seu trabalho e se tornar um líder radical, capaz de estimular outras pessoas a trilhar esse mesmo caminho. Numa teia de acontecimentos envolvendo personagens instigantes, o autor constrói uma história fascinante que revela a forma mais sublime e eficaz de liderança - a que é exercida com amor no coração.
7º lugar: Este barco também é seu, de Michael Abrashoff. Quando o capitão Abrashoff assumiu o comando do USS Benfold, um navio de guerra moderno, equipado com os sistemas mais avançados da atualidade, foi como se passasse a dirigir uma empresa com toda a tecnologia disponível, mas de baixa produtividade. Consciente de que a responsabilidade de melhorar o desempenho recaía sobre os seus ombros, ele compreendeu que precisava desenvolver a sua própria capacidade de liderança antes de tentar aprimorar o navio. Em poucos meses, Abrashoff conseguiu uma tripulação constituída de pessoas confiantes, motivadas a solucionar problemas e dispostas a tomar iniciativas e assumir a responsabilidade pelos seus atos. O lema a bordo de Benfold passou a ser “este barco também é seu” e, em pouco tempo, o navio foi reconhecido unanimemente e em todos os níveis hierárquicos da Marinha como um modelo de eficiência naval. Como Abrashoff conseguiu isso? Abrashoff compartilha neste livro os seus segredos de gestão bem-sucedida, contando sua história para todos que estejam navegando nos mares incertos da administração e dos negócios.
6ª lugar: Liderança segundo Abraham Lincoln, de Donald T. Phillips. Abraham Lincoln foi o 16º presidente americano e, apesar de ter morrido há mais de 125 anos, ainda inspira e influencia pessoas de todas as gerações. O exemplo de líder impecável durante a Guerra Civil e a imagem de “Salvador da Nação” foi ampliada depois de seu assassinato.
4º lugar: Descubra seus pontos fortes, de Marcus Buckingham. Marcus Buckingham e Donald O. Clifton descobriram que a maioria das empresas dá pouca ou nenhuma atenção aos pontos fortes de seus funcionários. Preferem investir tempo e dinheiro na tarefa de corrigir suas fraquezas, achando que desse modo as pessoas atingirão a excelência. Por outro lado, a pesquisa revelou que os profissionais bem-sucedidos compartilham um segredo simples, mas poderoso - usam suas energias para aprimorar aquilo que fazem melhor, deixando seus pontos fracos
3º Lugar: O líder autêntico, de Bill George. O autor traça o argumento persuasivo de que a jornada até a liderança autêntica e sustentável, que passa pela descoberta do seu próprio norte, é a chave para a liderança em todos os campos, seja ele negócios, governo ou iniciativa privada. Ao longo de entrevistas com homens e mulheres marcados por trajetórias de liderança, o autor fornece um guia para a liderança do século 21. O futuro, segundo ele, pertence aos líderes que querem vencer sem perder de vista os valores.
2º Lugar: Os 5 desafios das equipes, de Patrick Lencioni. Este livro, em forma de quadrinhos, oferece uma teoria sobre as cinco tendências comportamentais que corrompem as equipes. O autor conta a história de uma mulher que se torna CEO de uma empresa renomada do Vale do Silício e que possui uma equipe executiva disfuncional. Ao longo da história, o leitor verá como ela consegue provocar uma transformação na empresa. Ao fim, o autor faz uma análise dos cinco distúrbios e ajuda os leitores a avaliarem suas próprias empresas.
1º Lugar: Caixa Jach Welch, de Jack Welch e Susan Welch. Este box reúne os dois título dos autores - Paixão por vencer e Paixão por vencer - as repostas. O primeiro fala sobre todos os aspectos do trabalho. Começa com uma parte sobre filosofia de negócios - quatro princípios que orientaram Jack Welch em toda a sua carreira. O segundo seleciona algumas perguntas relevantes e dando soluções para essas questões ampliam e estendem a conversa de Jack e Suzy Welch com os leitores, que começou em Paixão por vencer.
Outro : Meeting Points da Egeria Di Nallo
Quero compartilhar minha relação dos dez livros de marketing que você
deveria ler antes de sair por aí torrando o dinheiro de marketing da sua
empresa. Escolhi livros que estão disponíveis em português. Já dizia Peter Drucker: “Os dois únicos motivos porque existe uma empresa é marketing e inovação. O resto é custo e perda de tempo”.
10º lugar: O ponto da virada , de Malcolm Gladwell. O que faz com que um produto, um serviço ou mesmo atitudes virem moda da noite para o dia? Que tipo de mudança faz, por exemplo, com que livros desconhecidos se transformem em best sellers? Ou o que explica o aumento do consumo de cigarros entre os adolescentes, apesar da campanha antitabagista? Neste livro, Malcolm Gladwell mostra como entender fenômenos sociais desse tipo - vê-los como epidemias. O momento decisivo em que essas novidades se alastram - ou se acabam - é o que o autor chama de ‘O ponto da virada’.
9º lugar: BuzzMarketing, criando clientes evangelistas. Nesse livro você verá como desenvolver estratégias de marketing de evangelismo e programas que criarão comunidades de pessoas influentes que poderão ajudar nas vendas para sua empresa. Os autores resumem e explicam os seis princípios básicos para criar clientes evangelistas - Plus-Delta dos clientes; receber feedback contínuo dos clientes; napsterizar o conhecimento; partilhar o conhecimento livremente; estabelecer o “buxixo”; sabiamente construir redes de marketing boca a boca; criar comunidades; encorajar as comunidades de clientes a se reunirem e partilharem suas experiências; dividir em pedaços pequenos; elaborar ofertas especiais e gradativas para “fisgar” os clientes pouco a pouco; criar uma causa; tornar o mundo, ou seu setor industrial, melhor. McConnell e Huba mostram várias histórias de empresas bem-sucedidas para ilustrar esses princípios e provar como os relacionamentos sólidos com os clientes constróem e sustentam empresas durante as épocas boas e as ruins. Mostram, também, exemplos reais do marketing de evangelismo em ação, incluindo as oportunidades e as armadilhas de campanhas específicas. O livro explica ainda como organizações tão diversas como Southwest Airlines, Krispy Kreme Doughnuts, The Dallas Mavericks, IBM e outras construíram com sucesso sua base de clientes e criaram programas de marketing direcionados para atrair e envolvê-los. Esses programas produziram legiões de vendedores não oficiais e uma força de marketing poderosa e com uma boa relação custo-benefício. Ao aprofundar os relacionamentos com os clientes, as organizações de sucesso criam comunidades que geram apoio e agregam valor a seus produtos e serviços. Os autores demonstram que é possível converter bons clientes em clientes excepcionais, dispostos a espalhar a palavra.
8o lugar: O melhor do mundo, de Seth Godin. Este livro pretende ajudar o leitor a reconhecer se está diante de uma situação na qual deve investir seu tempo, esforço e talento ou se ficou preso num beco sem saída e a decisão mais inteligente a tomar é desistir - e ter a oportuinidade de ser o melhor em outra coisa.
7º lugar: Free, Grátis de Chris Anderson. Neste livro, o leitor encontrará a tendência de zerar custos trazida pela era digital. Anderson afirma que estamos entrando numa era em que a economia pode ser construída em torno do conceito de gratuito e explica como isso afetará a vida das pessoas. O autor acabou percebendo que nunca havia acontecido de toda uma economia ser construída em torno do gratuito e resolveu, então, mostrar como as pessoas fazem dinheiro e quais são as implicações disso.
6º lugar: Batalha na sala de reuniões de Al Ries e Laura Reis. Nesta obra, Al e Laura Ries exploram as diferenças e abismos que separam o marketing e a administração e mostram porque essas diferenças são ruins para os negócios, a empresa e os clientes. Eles enfatizam como estes dois grupos, ao divergirem, acabam por comprometer toda a estratégia do negócio, influenciando a empresa como um todo pela parte estratégica que lhes cabe. A razão disso decorre do fato de que os administradores pensam com o lado esquerdo do cérebro, ou seja, com a razão, enquanto os profissionais de marketing trabalham exaustivamente com o lado direito, a saber, com a criatividade/intuição. Ao trazerem as informações aos leitores, a lição que os autores deixam é uma: é preciso haver convergência de ações e ideias para que o sucesso do negócio/produto seja pleno e duradouro.
5º lugar: Marketing para o Século 21, de Philip Kotler. Este é um guia para o marketing, com conselhos que abrangem os desafios apresentados pela hipercompetição, a globalização e a internet. Um livro para quem quer se inteirar sobre marketing de banco de dados, de relacionamento, high tech e de internet, entre outros campos de aplicação desta ciência.
4º lugar: A lógica do consumo, de Martin Lindstrom. Estudos revelam que é preciso menos de dois segundos e meio para que um consumidor tome a decisão de comprar. As empresas sabem que têm menos de dois segundos para atrair seus olhos, capturá-lo e torná-lo um cliente. Nesse livro, Martin Lindstrom leva o leitor aos bastidores das pesquisas que explicam por que determinado produto vende e mostra como o nosso cérebro responde aos muitos estímulos da propaganda. O autor apresenta casos reais de estudos de neuromarketing para desfazer mitos como, por exemplo, o impacto do sexo na mente do consumidor
3º lugar: A pergunta definitiva, de Fred Reichheld. Os CEOS geralmente anunciam metas de crescimento ambiciosas, para depois não atingi-las. A razão? Muitas empresas são viciadas em lucros ruins , que funcionam no curto prazo, mas acabam por desmotivar os funcionários e afastar os consumidores. Eles arruínam o crescimento por criarem uma legião de detratores - clientes que arranham a reputação da empresa e mudam para o concorrente na primeira oportunidade. Fred Reichheld, especialista em fidelização de clientes, mostra como reverter essa equação, transformando clientes em promotores que geram lucros bons e crescimento verdadeiro e sustentado. A chave está em uma pergunta simples: Você nos recomendaria a um amigo? Ela permite às empresas identificar os promotores e detratores e produz medida clara do desempenho de uma organização aos olhos do consumidor. Ainda torna clara a ligação entre a qualidade dos relacionamentos de uma empresa com seus clientes e suas perspectivas de crescimento.
2º lugar: O toque invisível, de Harry Beckwith. O autor mostra como uma empresa prestadora de serviços pode se destacar no mercado. O setor de serviços apresenta uma singularidade: os produtos não podem ser vistos ou tocados. Ao consumidor é oferecida uma experiência, e para torná-la realmente excepcional, o autor ensina como pôr em prática as melhores estratégias para atrair clientes por meio de quatro conceitos-chave: preço, marca, apresentação e relacionamento.
1º lugar: Posicionamento de Jack Trout e Al Ries. Este livro mostra a importância de se criar uma ‘posição’ na mente do consumidor. “A batalha do marketing é travada dentro da mente do consumidor!’ Posicionamento é um conceito que mudou a natureza da publicidade, um conceito que as pessoas têm dificuldade de compreender o seu poder. O posicionamento é aplicado em um produto, um serviço, uma empresa, uma instituição ou até mesmo
Pecados dos empreendedores
Conheça os deslizes mais comuns dos empreendedores brasileiros em geral:
1. Relutam
2. Têm dificuldade em motivar a equipe.
3. Não sabem ouvir.
4. Subestimam a complexidade dos problemas.
5. São teimosos: querem que tudo saia do jeito deles.
6. Impõem seu ritmo de trabalho aos outros.
7. Assumem muitas tarefas e não as concluem.
8. Gerenciam pela autocracia, ou seja, gostam de reinar absolutos nas empresas.
9. Não são bons o suficiente
10. Não
Outros
- Pessoas da família trabalhando na empresa
- Falta Planejamento
- PF x PJ no financeiro
- Capacidade administração reduzida e centralizada
- Relação frágil com fornecedor
- Relação frágil com o mercado
- Deficiência no processo – setor produtivo
- Aceitação de pedidos acima da capacidade
- Falta de politica de RH
- Falta de TI
- Endomarketing inexistente
- Falta de visaão de melhoria continua
Pulo do Gato em Vendas ou em qualquer lugar
Por Max Gehringer
EXAME
Qualquer empresa que tenha uma equipe de vendedores sempre esbarra
num obstáculo: um treinamento eficiente. A maneira mais simples, embora não a
mais técnica, de resolver essa questão é deixar que os vendedores mais antigos
treinem os novatos. Nossa empresa vinha adotando essa prática havia anos. E o
que se percebia era que os vendedores novos mostravam entusiasmo, motivação e
ambição, enquanto os antigos pareciam acomodados em sua rotina. Só
havia um senão: sistematicamente, os veteranos conseguiam vender bem mais que
os recém-chegados.
A queixa que mais ouvíamos, quando cobrávamos um desempenho melhor dos novos, era que os antigos lhes ensinavam tudo, menos o pulo-do-gato. Que era vagamente definido como "aquele algo mais" que só se adquire com a experiência e não se revela a ninguém. Quando essa história do pulo-do-gato começou a se tornar "o grande gargalo de treinamento" da área de vendas, nós tomamos uma decisão: em nossa convenção anual, iríamos ensinar aos nossos vendedores como, exata e minuciosamente, funcionava o pulo-do-gato.
A apresentação durou cerca de 30 minutos, e foi conduzida por um zoólogo especialmente convidado. E, de propósito, pedimos ao professor que desse à sua aula aquele tom acadêmico. Repetir tudo aqui ficaria meio monótono, mas, em resumo, os vendedores aprenderam que um gato, quando despenca no vazio, toma sete providências seqüenciais durante a queda:
1. O gato gira a cabeça, para que seus olhos fiquem paralelos ao solo, mesmo que o resto do corpo ainda esteja torto.
2. O rabo fica esticado na posição vertical, girando constantemente para auxiliar no equilíbrio.
3. As partes dianteira e traseira de um gato funcionam independentemente uma da outra. O gato então gira a coluna e alinha a parte dianteira do corpo com a cabeça.
4. A parte traseira é alinhada com a dianteira.
5. As quatro patas se emparelham, para que possam tocar o solo ao mesmo tempo.
6. A poucos centímetros do chão, o gato estica bem as patas e arqueia a coluna.
7. No exato momento em que toca o solo, o gato descontrai as patas e endireita a coluna.
A ação funciona como um perfeito amortecedor de impacto. E aí o bichano sai caminhando sossegado e sobranceiro, como os vendedores mais antigos faziam ao fim de cada dia.
Os vendedores anotaram tudo cuidadosamente, mas não entenderam nada. Foi aí que passamos para a parte prática. A turma achou um gato no hotel e começou a jogar o coitadinho lá de cima do telhado. E, aos poucos, os vendedores foram percebendo que o danado do gato só conseguia se safar sem um único arranhão em todos os pulos por uma única razão: ele jamais alterava sua sistemática, repetindo cada movimento na seqüência correta, qualquer que fosse o jeito com que era atirado ao ar. A conclusão era cristalina. O gato tinha, de sobra, o que faltava aos novos vendedores -- a obediência a uma metodologia. Quem é novo em vendas sempre fica com aquela impressão de que as coisas poderiam funcionar melhor de outro jeito. Só o tempo e os tombos ensinam que, em vendas, a disciplina é o pulo-do-gato.
A queixa que mais ouvíamos, quando cobrávamos um desempenho melhor dos novos, era que os antigos lhes ensinavam tudo, menos o pulo-do-gato. Que era vagamente definido como "aquele algo mais" que só se adquire com a experiência e não se revela a ninguém. Quando essa história do pulo-do-gato começou a se tornar "o grande gargalo de treinamento" da área de vendas, nós tomamos uma decisão: em nossa convenção anual, iríamos ensinar aos nossos vendedores como, exata e minuciosamente, funcionava o pulo-do-gato.
A apresentação durou cerca de 30 minutos, e foi conduzida por um zoólogo especialmente convidado. E, de propósito, pedimos ao professor que desse à sua aula aquele tom acadêmico. Repetir tudo aqui ficaria meio monótono, mas, em resumo, os vendedores aprenderam que um gato, quando despenca no vazio, toma sete providências seqüenciais durante a queda:
1. O gato gira a cabeça, para que seus olhos fiquem paralelos ao solo, mesmo que o resto do corpo ainda esteja torto.
2. O rabo fica esticado na posição vertical, girando constantemente para auxiliar no equilíbrio.
3. As partes dianteira e traseira de um gato funcionam independentemente uma da outra. O gato então gira a coluna e alinha a parte dianteira do corpo com a cabeça.
4. A parte traseira é alinhada com a dianteira.
5. As quatro patas se emparelham, para que possam tocar o solo ao mesmo tempo.
6. A poucos centímetros do chão, o gato estica bem as patas e arqueia a coluna.
7. No exato momento em que toca o solo, o gato descontrai as patas e endireita a coluna.
A ação funciona como um perfeito amortecedor de impacto. E aí o bichano sai caminhando sossegado e sobranceiro, como os vendedores mais antigos faziam ao fim de cada dia.
Os vendedores anotaram tudo cuidadosamente, mas não entenderam nada. Foi aí que passamos para a parte prática. A turma achou um gato no hotel e começou a jogar o coitadinho lá de cima do telhado. E, aos poucos, os vendedores foram percebendo que o danado do gato só conseguia se safar sem um único arranhão em todos os pulos por uma única razão: ele jamais alterava sua sistemática, repetindo cada movimento na seqüência correta, qualquer que fosse o jeito com que era atirado ao ar. A conclusão era cristalina. O gato tinha, de sobra, o que faltava aos novos vendedores -- a obediência a uma metodologia. Quem é novo em vendas sempre fica com aquela impressão de que as coisas poderiam funcionar melhor de outro jeito. Só o tempo e os tombos ensinam que, em vendas, a disciplina é o pulo-do-gato.
Lição de Liderança
“Qual a principal lição que você aprendeu em relação a liderar pessoas?”
Foi uma das perguntas que recebi de um grupo de jovens executivos, todos em posição de liderança de equipes, após uma de minhas palestras.
Respondi na lata:
- Tire a tampa.
E então contei a história de um vizinho, também jovem executivo, que sempre conversava comigo nos finais de semana. O rapaz começou na empresa como estagiário e durante um bom tempo passou por várias áreas, sempre em torno da função que queria desempenhar no futuro: engenharia. Até que foi promovido para gerente. E estacionou. Era figura apagada, sempre calado nas reuniões, o tipo de pessoa que, se não aparecer na festa, ninguém nota...
Já o chefe do rapaz era aquele tipo de sujeito “opiniático”, que tem resposta pra tudo. Suas frases sempre começavam com um “não”. Depois vinham as explicações, a maioria justificando a razão para não fazer algo acontecer. Ou então dizendo que aquilo já havia sido feito em tal lugar, que ele participara do processo e que estava tudo sob controle. E ai de quem discordasse... Debaixo dessa figura, meu jovem amigo permanecia apagado. Até que um dia...
Uma das fábricas da empresa estava em dificuldades e precisava de alguém treinado para gerenciá-la . Meu jovem amigo foi designado. Mudou de escritório. De cidade. E de chefe. E da noite para o dia começou a mostrar brilho nos olhos. Energia. Vontade de fazer acontecer. Pegou um pepino gigantesco que descascou aos poucos, trombando aqui, quebrando a cara ali, acertando acolá, como em todo processo de aprendizado. E deu certo. Até que um dia ele foi promovido a gerente geral da operação.
O garoto apagado havia se transformado numa estrela brilhante. Dava gosto falar com ele. Curioso, tentei encontrar a razão para uma mudança tão forte e repentina. E não deu outra... O novo chefe do rapaz, como o antigo, era opiniático. De personalidade forte. Com resposta pra tudo... Mas diferente do anterior, tirou a tampa. Ou melhor, jamais serviu como tampa.
Nunca ficou sentado sobre os talentos de seus colaboradores, micro controlando. Sempre serviu como chama, fervendo as pessoas que - sem tampa - transbordavam...
Essa figura - tirar a tampa - virou uma espécie de mantra em minha vida: “tire a tampa...tire a tampa...tire a tampa”...
Passei a aplicar também em minha casa, com meus filhos. Tirando a tampa. Ampliando seus limites. Dando-lhes responsabilidade. Deixando que transbordem.
Vão cair, é claro. Vão se queimar. Vão escorregar... Mas existe outra forma mais eficiente de aprender?
Líderes que agem como tampas costumam permanecer por 20, 30, 40 anos nas empresas. Elas gostam de gente assim. Essas pessoas acham que agindo como tampas, estão protegendo seus comandados. E estão certas, tampas servem para proteger. Mas também para conter, impedir que o conteúdo saia.
Meus jovens interlocutores ouviram atentos, saboreando cada palavra que eu dizia. Depois despediram-se pensativos. Eu sabia o que se passava em suas jovens cabeças.
Eles estavam se perguntando...
- Sou fogo ou tampa?
sábado, 29 de julho de 2017
WHAT IS CHANGE MANAGEMENT The Definitive Guide
Link - Get a guide at What is change management
For organisations, change is not required just to improve effectiveness. It's often required for an organisation’s survival. In this guide, I'll define What is Change Management and how to create change for your organisation.
Consider that just one app can change an entire business model. That the rate and frequency of change continues to speed up in almost every market around the world. In one study by KPMG, 76 percent of CEOs said that their companies are changing, or have just changed the entire way they operate their business.
Yes, all this change can make an organisation a dynamic and vibrant place to work. But it does present challenges for the people and teams who need leadership and guidance. If you are to realise the benefits of making changes you need to understand what change management is, and how to create it.
In this guide, I'll look at the what change management is. The common approaches used in getting people to change. You'll also discover why people change. As well as the processes and steps you can take to create change while avoiding the common pitfalls and obstacles.
quarta-feira, 17 de maio de 2017
Dories's Clark books
Dorie Clarrk
Reading business books was crucial
in accelerating my learning, and helping me
become a better entrepreneur. These
are the books I consider to be foundational, and
which I refer to again and again. Hope you enjoy.
How to Fail at
Almost Everything and Still Win Big by Scott Adams. A
charming,
contrarian, and
fascinating success ‘how to’ (or ‘how not to’) memoir by the creator of Dilbert. This is one of
the best books of business stories I’ve read. His periodic allusions to “hitting
the diversity ceiling” in corporate America make him sound like a whiner, but beyond
that, the book is a gem.
Choose Yourself by
James Altucher. This isn’t a business advice book, per se, but more an engaging memoir of
business ups-and-downs. Altucher is a beautiful copywriter (study his writing
style – you can’t put it down) and disarmingly honest about his life and struggles, which
has served him very well in business.
Influence by
Robert Cialdini. This is the classic on persuasion – beautifully written and chock full of
blow-your-mind facts. Everyone needs to read it.
Pre-Suasion by
Robert Cialdini. This is a companion volume to Influence, and a
substantial contribution
to understanding how to make influence work for you in the moments before you make
the ask.
The 7 Habits of
Highly Effective People by Stephen Covey. This is a classic for
good reason. You’ll learn
important and perennially useful concepts like “start with the end in mind” and the
importance of “sharpening the saw.”
Abundance: The
Future Is Better Than You Think. by Peter Diamandis and Steven Kotler. A fascinating
look at future trends and why they’re so hard to spot. This has philosophical implications
for all of our business ventures, as well.
Sell Your Book Like
Wildfire by
Rob Eagar. If you’re marketing a book, Rob’s advice is spot on, and smarter
than what most in-house marketers at publishing houses will tell you.
Never Eat Alone by
Keith Ferrazzi. The best book on networking I’ve ever read. Well worth your time.
The E-Myth
Revisited by
Michael Gerber. The classic small business book, providing the useful concept of “working
on” your business (i.e., systematizing), rather than “working in” your business
(i.e., doing all the stuff yourself and getting overloaded so you can’t grow). I
learned a lot from this book.
Outliers by
Malcolm Gladwell. This is the book that popularized Anders Ericsson’s
famous “10,000 Hour
Rule” of expertise. It’s referred to so often in business circles, you ought to read it.
The Tipping Point by
Malcolm Gladwell. Same goes for this one. It’s part of the cultural fabric now.
Made to Stick by
Dan and Chip Heath. Consider this a follow-on or companion volume to The Tipping Point.
The Heath brothers take Gladwell’s 30,000 foot perspective and try to make it
actionable for business leaders and entrepreneurs.
Getting to Plan B by
Randy Komisar and John Mullins. A look at how startups pivot by a well known Silicon
Valley VC and a British professor. Chock full of interesting case studies you can learn
from, both regarding your business and your overall professional life.
Ask by
Ryan Levesque. A deep dive on survey methodology. That may sound dry, but it’s an essential skill
when it comes to understanding your customers.
11 Rules for
Creating Value in the Social Era by Nilofer Merchant. This short book is a great primer on the
future of the economy and important trends like the sharing economy, crowdfunding,
etc. It will make you look at your business, and your business model, in new
ways.
Power: Why Some
People Have It and Others Don’t by Jeffrey Pfeffer. Pfeffer is
Stanford business
school professor who provides a clear and smart roadmap for how to win at office
politics and successfully navigate other people’s pettiness.
The Lean Startup by
Eric Ries. This book is read by every startup aspirant these days, and with good reason.
His concepts, such as the ‘minimum viable product,’ have become a very useful
framework in how to launch a product quickly and cheaply to establish demand,
before you go all in. A nice companion to Peter Sims’ book below.
Just Start by
Leonard Schlesinger, Charles Kiefer, and Paul Brown. A great
entrepreneurship primer
for when you’re overthinking things. They remind you that taking action of some
kind, no matter how small, is the necessary ingredient.
Little Bets by
Peter Sims. A look at how to experiment in small and strategic ways, without putting
yourself or your company at too much risk.
The Education of a
Value Investor by Guy Spier. It’s nominally a book about
investing, but it’s actually about
business ethics and what careers and lives should be made of.
Launch by
Jeff Walker. If you plan to do internet marketing, Jeff Walker sets the
standard. Many people
have copied him, with greater or lesser success, but it’s worth consulting the original and determining
which pieces to keep or reject.
terça-feira, 16 de maio de 2017
Strategic Sector Routes 2025 Ceará Brazil
The Strategic Sector Routes — 2025 is an initiative of the FIEC System which aims
at drafting Roadmaps, i.e., maps defining routes to be covered in order to achieve, in up to
10 years, the potential perceived in each of the sectors and areas identified in the Sectors
Bringing Future Prospects, considered to be the most promising for Ceará’s industry within
the 2025 horizon.
Link FIEC - Strategic Sector Routes 2025
Link FIEC - Strategic Sector Routes 2025
Rotas Estratégicas Setoriais
O projeto Rotas Estratégicas Setoriais tem o objetivo de construir coletivamente, com especialistas da academia, setor produtivo e governo, caminhos possíveis de desenvolvimento para os segmentos e áreas estratégicos, com a identificação de entraves existentes, ações resolutivas estratégicas e tecnologias-chaves para a competitividade do setor, ilustrados em roadmaps.
Os 17 setores e áreas priorizados como Setores Estratégicos para o Ceará foram organizados em 13 Rotas Estratégicas:
- Água - Painel realizado
- Biotecnologia - Painel realizado
- Construção e Minerais Não Metálicos - Painel realizado
- Economia Criativa e Turismo - Painel realizado
- Economia do Mar - Painel realizado
- Energia - Painel realizado e publicação entregue
- Industria Agroalimentar - Painel realizado
- Logística - Painel realizado e publicação entregue
- Meio Ambiente - Painel realizado
- Eletrometalmecânico - Painel realizado e publicação entregue
- Produtos de Consumo: Couro & Calçados; Confecções; Madeira & Móveis - Painel realizado
- Saúde - Painel realizado
- Tecnologia da Informação & Comunicação - TIC - Painel realizado
quarta-feira, 10 de maio de 2017
Books that Changed My Perspective
I was wondering if you had any suggestions for books you’ve read that really impacted your life/career?
I need to show some restraint in answering this because I could go on for hours talking about books. As I said a few weeks ago, I’m learning to shift my perspective on the value of reading from How many books did I finish? toHow much do I retain from each book? Towards that goal, here are my top reads as measured by how often I recall or reference something from that book. (Of course, there is definitely some recency bias here!)
- Mindset: The New Psychology of Success by Carol Dweck: oh look, another reference to Mindset! Didn’t I talk about this last week? And the week before that? And the month before that? I read this about two years ago and I credit this book with completely changing my relationship with feedback and my personal level of confidence. We humans are capable of extraordinary things, but the biggest blocker we must overcome is our own mindset.
- Sapiens: A Brief History of Humankind by Yuval Harari: growing up, I always thought history was a boring and useless subject. There were names and dates to recite, events to put in order, and people to do long reports about. Sapiens is the history textbook I wish I had instead — rich, fascinating, thought-provoking, and a love letter to why understanding the past helps us better understand our present and future. There are a thousand wonderful things I learned from this book, but the one I think about every day is the power of narratives and how our collective ability as humans to invent and believe these narratives made us the powerhouse species we are today.
- The Design of Everyday Things by Don Norman: This is the first design book I ever read and its approachable, funny, and pragmatic lessons have deeply shaped my beliefs on what it means to be a designer. I wrote an ode to design last year where the lessons from this book featured prominently. It was through Don Norman that I first realized design was foremost about function. Whether you have a good or bad experience interacting with anything made by human hands, blame it (or credit it) on the designer. It is our responsibility.
- Thinking, Fast and Slow by Daniel Kahneman: This one technically shouldn’t be on my list because I haven’t finished it yet — I’m about two-thirds done. But I have been reading it on and off for the past year and every time I graze a few pages, I learn something new. If you want a deep look into human psychology in all its wonders and irrationalities, look no further. I often find myself thinking about some of the implications in my day-to-day — do I only believe this because the narrative is solid in my mind, or do we actually have enough evidence? Can this hard decision actually can be made with expertise, or are we trying to give ourselves too much credit for our ability to sway the future? Are we sticking with the status quo because we are averse to risk or is the better decision to bite the bullet on this change? This book is a bit of a denser read (hence my slow progress) but I’ve loved every bit so far.
- The Life-Changing Magic of Tidying Up by Marie Kondo: I love this book for its practical advice — how to fold socks! How to think about what books and documents you actually need! How to deal with sentimental items! — but what I truly appreciate about it are the principles behind the advice which apply to more than just tidying. Surround yourself with what you love. Get rid of everything that doesn’t bring you joy. Appreciate things. Every January for the past two years, friends know I embark on a yearly “Cleanuary” to declutter our home and it’s a ritual that feels just right in ushering in the new year.
- High Output Management by Andy Grove: my favorite management book. I first read it four years ago. Last year I re-read it and got more out of it the second time around. Andy Grove lays out the principles behind good management and they are timeless: How do you measure a manager’s success? How should you approach org-building? What, exactly, is management? The wisdom per page in this short book is remarkable.
- Lean In by Sheryl Sandberg: to be honest, I didn’t think much about my gender before reading this book. Despite being a rare female in my computer science department and in my workplace, I purposefully tried to ignore the fact that I was in the minority in order to not draw attention to myself. Reading Lean In and learning of all the research around women and leadership in regards to ambition and likability was incredibly sobering. But it made me realize the importance of a few things: I should aim higher; I should surround myself with female role models, and I should do what I can to help other women because the odds are currently stacked against us.
- Fiction Bonus! Six of Crows by Leigh Bardugo: I’m unabashedly a part of a young adult fiction book club, so if there’s a fantasy, sci-fi, dystopian, or historical novel that features teen protagonists called to save the world under extraordinary circumstances, I’m there. This is my favorite series in recent memory. It’s two books long and features the most lovable band of crooked thieves you will ever meet attempting a heist that is equal parts madness, redemption and glory. Just pure, wonderful storytelling and a rollicking good time.
- Fonte: medium.com
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