The Strategic Sector Routes — 2025 is an initiative of the FIEC System which aims
at drafting Roadmaps, i.e., maps defining routes to be covered in order to achieve, in up to
10 years, the potential perceived in each of the sectors and areas identified in the Sectors
Bringing Future Prospects, considered to be the most promising for Ceará’s industry within
the 2025 horizon.
Link FIEC - Strategic Sector Routes 2025
Informações, reportagens extraídas da internet com conteúdos interessantes, curiosidades, conhecimento. Simples, prático e direto ao ponto. Material para guardar e ler sempre.
Mostrando postagens com marcador Investimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Investimento. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 16 de maio de 2017
domingo, 23 de outubro de 2016
IBGE mapeia a origem de 49 produtos e serviços certificados
http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=3283
O IBGE disponibiliza hoje (20/10/2016) a versão digital do Mapa das Indicações Geográficas do Brasil, fruto de uma parceria com o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). O mapa traz informações sobre os chamados Selos de Indicação Geográfica (IG), localizando as regiões de origem de 49 produtos e serviços nacionais certificados por Indicação de Procedência ou Denominação de Origem. Elaborado na escala 1:5.000.000 (onde 1 cm = 50 km), o mapa digital está disponível aqui.
Os vinhos e espumantes do Vale dos Vinhedos (RS), o camarão da Costa Negra (CE) e as rendas de Divina Pastora (SE) e do Cariri (PB) são alguns exemplos de produtos brasileiros com Indicações Geográficas consagradas, assim como as cachaças de Paraty (RJ), Salinas (MG) e Abaíra (BA), o artesanato em estanho de São João Del-Rei (MG), as opalas e joias artesanais de Pedro II (PI), o mel do Pantanal (MT/MS) e de Ortigueira (PR), a própolis vermelha dos manguezais de Alagoas e as panelas de barro de Goiabeiras (ES), entre outros.
Ao todo, o Mapa das Indicações Geográficas identifica 49 áreas certificadas. Distribuídas por todas as regiões geográficas brasileiras, elas foram definidas pelas próprias associações, sindicatos e cooperativas de produtores locais e estão certificadas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O Selo de Indicação Geográfica do INPI é regulamentado pela Lei da Propriedade Intelectual n.º 9.279 e pode assumir dois modelos: Indicação de Procedência (IP) – artigo 177, e Denominação de Origem (DO) – artigo 178.
A Indicação Geográfica atesta a origem e as condições especiais de fabricação dos produtos certificados, permitindo que os consumidores tenham informações confiáveis sobre a qualidade e a autenticidade daquilo que estão adquirindo. Esse tipo de certificação também valoriza a cultura local e fomenta atividades turísticas.
A figura a seguir destaca a legenda do mapa, com a lista das áreas de Indicações Geográficas reconhecidas nacionalmente, suas datas de criação, a espécie de certificação e os produtos a elas associados.
ÁREAS DE INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS NACIONAIS RECONHECIDAS
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Soluções para o comércio exterior brasileiro
Essa matéria com o Ronaldo Medina tem muita clareza e simplicidade. Esse é o caminho.
Sob o ponto de vista da micro e pequena empresa, ela não tem recursos para desenvolver-se no mercado externo. Tem que ter apoio como no resto do mundo. Esse é o papel do Estado, apoiar que tem potencial e seguir criando oportunidades.
Segue a entrevista do Guia Marítimo:
“Infelizmente, ainda respiramos ares de antigamente, quando o setor privado era visto como inimigo do Estado”, disse Ronaldo Medina, Subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, lembrando que estava “no lugar certo na hora certa” ao firmar um convênio entre a Receita e o Procomex, há dez anos, com o propósito de desenvolver o comércio exterior brasileiro. Fruto da união entre os setores público e privado, a parceria vem apresentando demandas pontuais e discutindo as soluções entre os órgãos envolvidos desde 2006.
Tendo a Modernização da Logística para o Comércio Exterior como tema central, o Instituto Procomex organizou um almoço na tarde de terça-feira (24), durante o qual Medina expôs um panorama da balança comercial brasileira nos últimos dez anos e enumerou os desafios para o comércio exterior, atualmente a grande aposta para o Brasil se desvencilhar da recessão. O evento aconteceu no Hotel Maksoud Plaza e foi apresentado pelo Coordenador Executivo do Procomex, John Mein, que enfatizou a colaboração do subsecretário para com o setor privado, ao afirmar: “sem ele, não existiríamos”.
Medina disse enxergar entre as missões da Receita Federal o apoio ao desenvolvimento. “Não somos responsáveis por todas as etapas, mas temos o nosso papel”, afirmou o subsecretário de aduana e relações internacionais do órgão federal.
Ao traçar um comparativo anual da balança comercial brasileira nos últimos 14 anos, Medina mostrou números do IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas) que demonstram o avanço das exportações brasileiras, com ápice em 2008, seguido pela queda influenciada pela crise financeira mundial, até atingir os piores momentos na virada de 2014 para 2015, quando a crise começou a se acirrar no país. “De lá para cá, nosso déficit se agravou bastante, reduzimos as exportações, fazendo com que o consumo interno passasse a absorver a produção, e hoje iniciamos uma trajetória de recuperação”, ilustrou, alertando, no entanto, que a retomada não será nada trivial: “mundo hoje é outro, tem mais escala, mais expertise. Estamos concorrendo em situação muito mais adversa – isso para falar só do lado econômico”.
Os dados mostram que, embora os números das exportações sejam festejados pela retomada do superávit, perdemos imensamente nos preços cobrados, além de termos diminuído significativamente a venda de bens duráveis, ao focar nos intermediários. “Nas exportações, os bens de consumo não duráveis estão estagnados há tempos e o crescimento de exportações se dá apenas nos bens intermediários. Os bens duráveis, então, estão uma tragédia. E essa é a maior perda: ficamos de fora do mercado dos bens de maior valor, perdemos os melhores empregos, as melhores pesquisas, o desenvolvimento do País”, lamenta.
Ronaldo Medina enfatizou a necessidade de fortalecer quatro pilares:
1_ Acesso a mercados: “Por meio do estabelecimento de acordos, é preciso ter acesso não só à inserção de produtos em outros mercados, mas também à obtenção de insumos a preços menores, com redução de tarifas aduaneiras. Não é um problema novo, e, infelizmente, a RF pode fazer pouco a respeito disso, mas é primordial. Além disso, é importante desenvolver ferramentas de financiamento e fomentar o investimento, estabelecer pontes, incentivar a promoção comercial. “Levamos 20 anos para aderir à Convenção de Istambul [que facilita os processos de Admissão Temporária], por exemplo. Precisamos melhorar a nossa participação nos acordos mundiais”.
2_ Plasticidade comercial: “Nosso cenário tributário é dramático, ao ponto de que, muitas vezes, é mais fácil ter um fornecedor fora do que dentro do País, com um sistema tributário que é avesso à integração produtiva. É necessário insistir na reforma tributária, fundamental para a sobrevivência. Pode ser que leve 5, 10 anos, mas é primordial pensar em um regime mais ágil e menos burocrático. Também é preciso integrar a nossa indústria à infraestrutura de transportes – portos, aeroportos –, trabalhar pela multimodalidade e pela carga expressa. A criação de Centros de Distribuição internacionais, por exemplo, viabilizaria a remessa de mercadorias antes mesmo de realizar a venda, ganhando mercado e agilidade por meio da criação de entrepostos”.
3_ Previsibilidade e segurança jurídica: “Padronizar procedimentos, melhorar o relacionamento com o governo e ter segurança sobre o modo como o governo se relaciona com o setor privado; ter a certeza de que uma norma vale para o Brasil todo. Além disso, gerar soluções consultivas com mais agilidade, estabelecer limite de tempo para conclusão de procedimentos, promover a integração entre o público e o privado”.
4_ Produtividade: “Melhorar a produtividade por meio de agilidade nos procedimentos, criação e integração de ferramentas eletrônicas. Nisso, o Procomex tem um papel fundamental junto à Receita Federal para desenvolver a interoperabilidade, ajudar na multimodalidade, na automação. Em pleno ano da Aduana Digital estabelecido pela ONU, precisamos de mais previsibilidade. Sempre se falou neste mercado que a carga não fala. Porém hoje, a tecnologia já permite que a carga fale: podemos escanear um container, uma embalagem, rastrear o percurso, as entregas. No e-commerce, é necessário também trabalhar a agilidade e viabilizar os métodos de devolução de mercadorias. Certas mercadorias, costumo dizer que ‘vendeu, casou’: é preciso oferecer suporte. Além disso, é necessário reduzir a intervenção e amentar a integração entre as aduanas internacionais, por meio do desenvolvimento do OEA (Operador Econômico Autorizado – Leia no Guia).
Além dos pontos levantados por Medina, durante a sessão de perguntas, Lourival Martins, da Martins Logística, enfatizou também a necessidade da conscientização da pequena e média empresa para a exportação, bem como a facilitação de linhas de crédito e soluções adequadas ao produtor de menor escala. Sem resposta para a demanda de Martins, Ronaldo Medina admitiu: “Todo mundo disfarça a ignorância e a falta de solução sobre as pequenas e médias empresas, porém é bastante necessário oferecer os meios e facilitar o mercado a essas empresas”.
A Portonave enfatizou a necessidade de mais integração entre Anvisa, MAPA e a Receita Federal, uma vez que as normas são aplicadas isoladamente, e sempre sujeitas a interpretação por parte dos agentes locais, algo que o próprio John Mein esclareceu estar trabalhando dentro do Procomex, com reuniões de integração previstas para o mês de junho.
Outro questionamento trazido à tona durante o almoço foram os gargalos gerados pela aplicação da Instrução Normativa 32, que determina a inspeção, com possível devolução, das cargas de importação apeadas com material de madeira. Embora o procedimento seja realizado pela Vigiagro e pelo Ministério da Agricultura, como a norma estabelece suspensão da liberação de cargas e, em alguns casos, exige devolução da carga e da embalagem para o local de origem, a Receita Federal tem atuação complementar no processo. A resposta aos questionamentos quanto ÌN 32 ficou para a reunião seguinte, também acompanhada pelo Guia Marítimo News.
Fonte: Guia Marítimo
terça-feira, 2 de agosto de 2011
13 perguntas que você pode ouvir de um investidor
Saiba como se preparar para não perder a chance de dar um grande passo no seu empreendimentos
Insegurança e desconhecimento sobre o próprio negócio podem anular a intervenção de um investidor
São Paulo - Você está preparado para defender sua ideia diante de um investidor? Se você conseguiu prender a atenção de um deles, não desperdice a oportunidade. Prepare-muito bem para demonstrar que tem capacidade para fazer sua startup dar certo, com estratégias na manga para driblar imprevistos e crescer no mercado. Confira a seguir as perguntas que você deve estar pronto para responder nesta conversa, que poderá definir o futuro do seu negócio.
1. O que você já fez para a sua empresa sair do papel?
Ganha pontos com os investidores quem mostra que já começou a trabalhar no projeto, mesmo recorrendo ao apoio de familiares e tendo pouco, ou nenhum, retorno financeiro inicial. Se esforce para fazer o que já estiver ao seu alcance. Aos olhos de quem tem o dinheiro, é uma prova de que você acredita na sua ideia. “Ideia boa qualquer um pode ter”, comenta o sócio da Performa Investimentos, Humberto Matsuda.
2. Quanto você conhece sobre o setor que o investidor aplica?
Não é qualquer investidor que vai aceitar ajudar sua startup. Os investidores normalmente têm experiência e interesse em determinados setores específicos, portanto é importante avaliar o histórico de empresas nas quais ele já investiu para entender por quais ramos ele se interessa. Assim, você aumenta suas chances de conquistar sua atenção e confiança.
3. Sabe quais os riscos do seu empreendimento e as estratégias para contorná-los?
Subestimar os potenciais obstáculos - ou até mesmo desconhecê-los - é um erro frequente de quem começa um negócio. Mostre aos investidores que você está ciente dos riscos e que você tem um plano para contorná-los.
4. Tem conhecimento sobre o mercado em que pretende atuar?
Muitos empreendedores chegam ao investidor para apresentar uma ideia que consideram revolucionária apenas para descobrir que alguém já fez antes e melhor. Faça uma boa análise do mercado em que você pretende atuar mapeanod tendências e possibilidades de crescimento ou declínio. Conhecer o potencial dos concorrentes, diretos e indiretos, também é indispensável.
5. Quem faz parte da sua equipe?
Demonstre que quem está com você nesta ideia tem disposição para crescer e capacidade de aprendizado. Equipes mistas - com um sócio mais técnico e outro com visão de negócios, ganham pontos com alguns investidores, como Edson Rigonatti, sócio da Astella Investimento. Ter pessoas que já passaram por outras startups em atividade no mercado também é interessante para os investidores.
6. Está disposto a ceder quanto da sua empresa e por quanto?
O investidor entrará com o dinheiro, mas exigirá participação no seu negócio. Você já calculou o quanto está disposto a ceder? Faça uma avaliação realista para identificar os limites de negociação - qual o mínimo de dinheiro que você precisa e o máximo que está disposto a ceder. A avaliação de uma startup se dá nesta negociação, portanto vá muito bem preparado para defender cada porcentual da sua participação no negócio, mas mantenha os pés no chão - achar que o seu negócio é o mais valioso do mundo pode atrapalhar o processo.
7. Está disposto a prestar informações, se reunir periodicamente e acatar as orientações para o seu negócio?
Ter um investidor na sua startup é uma via de mão dupla. O interesse e esforço pelo desenvolvimento da empresa são mútuos, já que o objetivo é o mesmo: o lucro. O nível de participação varia em cada caso, mas você terá que entregar relatórios e ouvir as dicas de quem está apostando na sua ideia. Os investidores valorizam a capacidade de aprendizado do empreendedor, portanto, você deve se mostrar aberto ao diálogo.
8. Quando seu negócio vai dar lucro?
Planeje em quanto tempo o seu empreendimento deve começar a gerar retorno. É claro que o que está no papel não necessariamente acontecerá exatamente como previsto, mas é importante ter uma noção de como a receita deverá crescer e em quanto tempo será possível atingir o lucro.
9. Qual o potencial de crescimento da sua empresa?
A startup pode ter um diferencial atualmente, mas vale analisar até quando ele deve se sustentar e quais as possibilidades de atuação futuras, visando a expansão da empresa.
10. Qual problema sua ideia resolve?
Seu produto ou serviço pode parecer revolucionário à primeira vista, mas se ele não responder a uma necessidade do consumidor, dificilmente vai pegar. Você pode achar que criar um site para vender margaridas online é uma ideia incrível, mas se as pessoas não tiverem interesse em comprar margaridas pela internet, seu site dificilmente vingará.
11. Como você vai ganhar dinheiro com a sua ideia?
É importante ter em mente um modelo de negócios, ou seja, saber como você vai faturar com o seu produto ou serviço. Se você tem um site sobre dietas, por exemplo, você pode faturar vendendo assinaturas (só entra quem pagar), ou pode optar por faturar apenas com anúncios, deixando o conteúdo livre para todos os usuários, ou ainda vender planos personalizados de dietas, mantendo o conteúdo mais geral aberto. Você pode até combinar todos essas alternativas, o importante é mostrar ao investidor que você sabe como pode faturar com a sua ideia.
12. Para que você quer esse dinheiro?
Descubra a necessidade financeira para você dar o grande passo na sua startup. Calcule custos para aumentar a base de clientes, contratar pessoal e desenvolver a plataforma.
13. Qual o valor da sua ideia para o cliente?
Identifique o que o cliente irá considerar para querer adquirir seu serviço ou produto: qualidade, conveniência, lazer, economia de tempo ou relações sociais, por exemplo.
Assinar:
Postagens (Atom)