sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Valores e conceitos

Por Padre Evaristo Debiasi
Sempre que o ser humano se esqueceu dos verdadeiros valores da vida, a humanidade se empobreceu, afirma o antropólogo Berdiaeff. O psicanalista Caruso chama a isto de tragédia existencial e o Dr. Viktor E. Frankl de enfermidade noológica, que caracteriza a falta de sentido de vida, pela ausência de uma razão de ser.
Falar em casamento e em família do mesmo modo para heterossexuais e homossexuais, embora se anuncie como uma grande conquista de nossos dias, merece sérios questionamentos.
Não se trata de negar a mesma e substancial igualdade de todas as pessoas perante Deus e perante os homens. É dever de todos proteger e defender a dignidade, valor e direitos de cada pessoa, independente da classe, da cor, da etnia, do sexo ou do credo. Entretanto, no exercício da cidadania, devemos reconhecer e defender a diferença entre as pessoas, levando em consideração o respeito dos princípios e dos valores fundamentais da sociedade humana como patrimônio e herança da humanidade e não de uma determinada cultura ou modo retrógrado de pensar.
Nenhuma ideologia, religião e mesmo democracia se justificam em si quando os verdadeiros valores da pessoa humana são questionados. "A democracia precisa da virtude, da ética, da verdade e da defesa dos verdadeiros valores da vida se não quiser ir contra tudo o que pretende defender e estimular" (João Paulo II). Continua o Papa dizendo: "Infelizmente os meios de comunicação se acostumaram a dizer mais o que agrada aos ouvidos humanos do que apresentar a verdade exigente das coisas". (João Paulo II - Esplendor da Verdade).
O exercício da verdadeira cidadania nos garante a liberdade e o direito de questionar decisões tomadas quando ferem o sentido mais profundo dos conceitos fundamentais da sociedade, tais como os conceitos do casamento, da família e da adoção. Não se pode excluir ninguém. Mas não basta buscar justificativas nas leis de uma constituição nacional para questionar e mudar conceitos existenciais da vida. Estes valores dependem da natureza humana e estão acima das decisões de pessoas e mesmo de uma constituição. Não é lícito mudar o sentido dos conceitos base da sociedade porque muitos agora pensam assim ou para legalizar interesses de classes e de pessoas ou de uma determinada cultura. "A diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural" (CNBB 11/05/11).
A mudança de conceitos básicos da vida humana tem consequências sérias na construção da verdadeira cidadania e democracia. O que está em jogo é a própria noção da entidade família e do verdadeiro sentido do amor humano, que estão acima de qualquer lei ou modo de pensar particular, mesmo que se trate de uma lei aprovada por legisladores do Supremo Tribunal Federal. "Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma". (CNBB.11/05/11).
Não estamos contra nenhuma pessoa ou minorias, pelo contrário, apenas se trata de defender o valor da vida e das instituições base da sociedade humana. A Igreja, apesar de seus limites e erros durante a história, foi e é a instituição que mais defendeu e buscou promover os verdadeiros valores da vida, pondo-se a serviço de todos, particularmente das minorias, dos mais pequeninos e feridos da terra. Ninguém pode negar esta verdade. E mais, a Igreja não interpreta os valores do casamento, da família e da vida apenas pela ótica das chamadas conquistas humanas, das leis civis, dos interesses de grupos ou pelos valores culturais de um tempo, mas também sob a luz da verdade que brota da revelação que nos vem de Deus e dos Evangelhos, dos quais se considera guardiã. Isto faz com que a Igreja tenha uma posição diferente quanto ao casamento, família e adoção, defendendo sempre as justas aspirações e direitos de proteção jurídica de todas as pessoas de uma sociedade.
Numa democracia se respeita e se defende a liberdade de expressão de todos. Como cristãos e cidadãos temos o direito, o dever e a liberdade de expressar nossa discordância no modo de pensar, de ver e de defender o casamento e a família. A independência da Igreja e do Estado é algo salutar e benéfico, mas, tanto a Igreja como o Estado têm a obrigação de defender os valores base de uma sadia sociedade democrática.
A Igreja não declara guerra a ninguém, mas questiona por princípio e por convicção que os conceitos da família, do casamento e da adoção sejam aplicados e entendidos do mesmo modo para héteros e homoafetivos.  Sem a crença dos valores, particularmente sem Deus, tudo se torna justificável e infelizmente possível. "Quando o homem se põe como medida de todas as coisas, converte-se em escravo de si mesmo" 

Não é fácil mudar

Abraham Shapiro

Era uma vez um bom homem que saiu pelo campo e encontrou uma raposa quase morta. Tomou-a em seus braços, trouxe-a para casa, cuidou dela, amparou-a e desenvolveu o apego que se sente por um animal de estimação.

O homem acreditava que ela continuaria vivendo junto dele, afinal recobrara a vida a seu lado e, por isso, teria gratidão e consideração.

Os dias passaram. Numa bela manhã, já com o vigor fortalecido e sua natural astúcia recuperada, a raposa levantou-se de seu repouso, saiu no quintal da casa e viu que havia uma brecha na cerca. Por alí, numa corrida desenfreada, bateu em fuga, embrenhando-se de volta à floresta.

Ao dar por sua falta, o homem se entristeceu e esperou que ela voltasse, sem sucesso. Contudo, sempre que escasseava a comida na floresta, ela rodeava a casa, fingia apego e fidelidade ao homem até que ele lhe desse alimento. Após saciar-se, ela sumia de novo, em busca dos seus hábitos.

Esta fábula mostra que os animais agem por um impulso interior inconsciente chamado instinto. É quase impossível mudar um instinto animal.

As pessoas podem mudar. Mas elas só mudam quando querem.

Mudança requer, primeiro, consciência. Depois, visão de necessidade ou de benefício. E por fim, energia em busca do resultado.

Por conveniência ou dificuldade momentânea, o indivíduo pode assumir papéis que pareçam mudanças. Mas ao superar estes obstáculos e conseguir o que deseja, ele tende prontamente a retornar a seu estado natural, pois isto o satisfaz. O que é natural não exige esforço de desempenho.

Gratidão e outras virtudes exigidas pela boa educação e eficácia profissional não são inatas em ser humano algum. Para adquiri-las, é preciso esforço e persistência.

Pensando nisso, não é de admirar que o mundo esteja como está.

Planejamentos não existem

Talvez alguns rapidamente rejeitem a leitura do post. O choque é válido porque os planejamentos realmente não existem quando falham na implementação.


Planos estratégicos fracassam numa frequência incrível. Já vi muitos bem elaborados e cheios de detalhes realistas. Assim mesmo fracassaram. Por quê?


Antes, talvez devêssemos analisar as razões por que as organizações precisam de um planejamento. Qualquer estudante de administração saberá dizer. Primeiro: para garantir sua sobrevivência. Segundo: para criar e fortalecer vantagens competitivas. Terceiro: para obter retornos maiores que seus concorrentes.


Agora sim: por quê os planos estratégicos fracassam?


Ora. Um plano é como um mapa. E um mapa não é o território que ele representa. É preciso ter a habilidade de pô-lo em prática. E depois, de ter flexibilidade. Isso precisa ser dito, pois executivos planejadores são quase sempre rígidos demais. Demoram ou não conseguem transigir com as soluções exigidas pelas novas e atuais realidades dos negócios. Não reagem à altura do que se exige ou se espera.


Logo, a verdade mais impactante e incômoda sobre os planos é: "Planejar é uma coisa; realizar é outra". É a mesma distância entre ter intenção e agir. Quando se planeja tem-se a impressão - e o desejo - de que tudo dará certo. Mas aí, os vícios das pessoas e os da empresa tornam-se os obstáculos à sua concretização. Do que estou falando? Refiro-me aos "feudos" criados pelos diretores e gerentes, do pensamento bitolado, da falta de interesse no cliente e na qualidade... e de tudo aquilo que você conhece bem - porque está na sua e em quase todas as empresas do planeta. Vamos incluir nessa lista o despreparo dos colaboradores pela ausência de treinamentos - não só no chão de fábrica ou na administração, mas em toda a hierarquia. Geralmente só a cúpula sabe da estratégia. Os colaboradores não sabem de nada, e é precisamente por isso  que não assumem sua parcela de responsabilidade individual na estratégia.


Como mudar este quadro? Falar - ou escrever - é fácil. Requer muito trabalho duro, suor. Talvez  este espaço seja curto. Mas algo essencial é pontuar a necessidade de boas e intensas práticas em  comunicação interna e treinamento do pessoal em cada ponto do plano que se deseja implantar. É isso!


Planos são importantes, sim. Mas quando primam pela beleza mais que pela utilidade  praticidade, viram peças intocáveis e incompreensíveis. Não se sustentam. E a mais, quando nestes moldes, levam a empresa a lugar algum e custam um monte de dinheiro. Sem  sabedoria e comprometimento não passarão de um mero desencargo de consciência dos que os promovem. 


Dicas para planejar:
1. Ter metas realistas.
2. Revisar sempre.
3. Encontrar sempre um alvo motivador a superar (como o concorrente...)
4. Diversificar receitas.
5. Diversificar canais.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

13 perguntas que você pode ouvir de um investidor


Saiba como se preparar para não perder a chance de dar um grande passo no seu empreendimentos


Insegurança e desconhecimento sobre o próprio negócio podem anular a intervenção de um investidor
São Paulo - Você está preparado para defender sua ideia diante de um investidor? Se você conseguiu prender a atenção de um deles, não desperdice a oportunidade. Prepare-muito bem para demonstrar que tem capacidade para fazer sua startup dar certo, com estratégias na manga para driblar imprevistos e crescer no mercado. Confira a seguir as perguntas que você deve estar pronto para responder nesta conversa, que poderá definir o futuro do seu negócio. 
1. O que você já fez para a sua empresa sair do papel?
Ganha pontos com os investidores quem mostra que já começou a trabalhar no projeto, mesmo recorrendo ao apoio de familiares e tendo pouco, ou nenhum, retorno financeiro inicial. Se esforce para fazer o que já estiver ao seu alcance. Aos olhos de quem tem o dinheiro, é uma prova de que você acredita na sua ideia. “Ideia boa qualquer um pode ter”, comenta o sócio da Performa Investimentos, Humberto Matsuda.


2. Quanto você conhece sobre o setor que o investidor aplica?
Não é qualquer investidor que vai aceitar ajudar sua startup. Os investidores normalmente têm experiência e interesse em determinados setores específicos, portanto é importante avaliar o histórico de empresas nas quais ele já investiu para entender por quais ramos ele se interessa. Assim, você aumenta suas chances de conquistar sua atenção e confiança.
3. Sabe quais os riscos do seu empreendimento e as estratégias para contorná-los?
Subestimar os potenciais obstáculos - ou até mesmo desconhecê-los - é um erro frequente de quem começa um negócio. Mostre aos investidores que você está ciente dos riscos e que você tem um plano para contorná-los.
4. Tem conhecimento sobre o mercado em que pretende atuar?
Muitos empreendedores chegam ao investidor para apresentar uma ideia que consideram revolucionária apenas para descobrir que alguém já fez antes e melhor. Faça uma boa análise do mercado em que você pretende atuar mapeanod tendências e possibilidades de crescimento ou declínio. Conhecer o potencial dos concorrentes, diretos e indiretos, também é indispensável.
5. Quem faz parte da sua equipe?
Demonstre que quem está com você nesta ideia tem disposição para crescer e capacidade de aprendizado. Equipes mistas - com um sócio mais técnico e outro com visão de negócios, ganham pontos com alguns investidores, como Edson Rigonatti, sócio da Astella Investimento. Ter pessoas que já passaram por outras startups em atividade no mercado também é interessante para os investidores.
6. Está disposto a ceder quanto da sua empresa e por quanto?
O investidor entrará com o dinheiro, mas exigirá participação no seu negócio. Você já calculou o quanto está disposto a ceder? Faça uma avaliação realista  para identificar os limites de negociação - qual o mínimo de dinheiro que você precisa e o máximo que está disposto a ceder. A avaliação de uma startup se dá nesta negociação, portanto vá muito bem preparado para defender cada porcentual da sua participação no negócio, mas mantenha os pés no chão - achar que o seu negócio é o mais valioso do mundo pode atrapalhar o processo.

7. Está disposto a prestar informações, se reunir periodicamente e acatar as orientações para o seu negócio?
Ter um investidor na sua startup é uma via de mão dupla. O interesse e esforço pelo desenvolvimento da empresa são mútuos, já que o objetivo é o mesmo: o lucro. O nível de participação varia em cada caso, mas você terá que entregar relatórios e ouvir as dicas de quem está apostando na sua ideia. Os investidores valorizam a capacidade de aprendizado do empreendedor, portanto, você deve se mostrar aberto ao diálogo.

8. Quando seu negócio vai dar lucro?
Planeje em quanto tempo o seu empreendimento deve começar a gerar retorno. É claro que o que está no papel não necessariamente acontecerá exatamente como previsto, mas é importante ter uma noção de como a receita deverá crescer e em quanto tempo será possível atingir o lucro.
9. Qual o potencial de crescimento da sua empresa?
A startup pode ter um diferencial atualmente, mas vale analisar até quando ele deve se sustentar e quais as possibilidades de atuação futuras, visando a expansão da empresa.

10. Qual problema sua ideia resolve?
Seu produto ou serviço pode parecer revolucionário à primeira vista, mas se ele não responder a uma necessidade do consumidor, dificilmente vai pegar. Você pode achar que criar um site para vender margaridas online é uma ideia incrível, mas se as pessoas não tiverem interesse em comprar margaridas pela internet, seu site dificilmente vingará.  
11. Como você vai ganhar dinheiro com a sua ideia?
É importante ter em mente um modelo de negócios, ou seja, saber como você vai faturar com o seu produto ou serviço. Se você tem um site sobre dietas, por exemplo, você pode faturar vendendo assinaturas (só entra quem pagar), ou pode optar por faturar apenas com anúncios, deixando o conteúdo livre para todos os usuários, ou ainda vender planos personalizados de dietas, mantendo o conteúdo mais geral aberto. Você pode até combinar todos essas alternativas, o importante é mostrar ao investidor que você sabe como pode faturar com a sua ideia.
12. Para que você quer esse dinheiro?
Descubra a necessidade financeira para você dar o grande passo na sua startup. Calcule custos para aumentar a base de clientes, contratar pessoal e desenvolver a plataforma.
13. Qual o valor da sua ideia para o cliente?
Identifique o que o cliente irá considerar para querer adquirir seu serviço ou produto: qualidade, conveniência, lazer, economia de tempo ou relações sociais, por exemplo.

29 maneiras de ficar (ou se manter) criativo…

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terça-feira, 26 de julho de 2011

10 Common Innovation Blunders IDEABANK- IDEAS FOR RESULTS





The fuzzy front end of innovation confronts you with a lot of questions. Many things can go wrong during the process of creating new products, services or business models. I give you ten examples. Perhaps it is a ‘feast of recognition’, which in this case is unfortunate but rest assured, you are not alone.

1. We don’t know what we want.



Ideation of new products and services happens ad hoc, usually at a time when a problem arises or the turnover decreases suddenly or when a competitor enters the market unexpectedly. The question is then: What now? ‘Jack Smith create a list’, becomes the creed. At this moment it becomes clear that the existing strategic business plan hardly provides footing or direction for innovation. This lack of clear answers leads to random thought processes, which in many cases are interrupted because the management, after consideration, decided to concentrate on either a different market, product or target group or on another country. When you are suddenly confronted with this during the creative process, it causes a spanner in the wheels of the creative car, which then, under loud protest, comes to a screeching halt.

2. We come up with the same thing over and over again.



Product and service ideas are not readily available. When there is a need for it, and at the initiative of a marketer in the organization, a few people are invited for a brainstorming session. This session usually takes place at the end of a long and tiring day. The people who come together are usually the same group (known as the creative team) but nothing materializes, because when you try and brainstorm with close colleagues nothing new appears. Everyone automatically races towards the same goal, they are irritated with the well-known hobbies of each other and the result is that everyone leaves the meeting disappointed. At these moments they all experience a feeling of failure, which nobody is able to prevent.


3. We remain in the usual conventions of our market.


Organizations usually have customer information at their disposal, do regular research into the market and are in contact with customers daily, but this investigative process has become routine. Companies pay more attention to their market shares and on what the competitor is doing on the same market. Therefore, products start looking alike as everyone copies each others’ successes which in turn leads to common conventions in the market while the organization looses sight of what the customer really wants. As a result of this tunnel vision, a ‘blind spot’ develops in the management from which a new competitor can appear at an unexpected moment with another offer, which might just meet the changing need of the market.


4. The brainstorm is dominated by extroverts and the highest bosses.


In a brainstorming session without expert facilitators not everyone is given a fair chance. In most cases either the extroverts or the highest bosses dominate it. This is extremely difficult and tactically awkward for the marketing manager who is faced with the problem of leading the meeting. It also applies when his boss has to have the final word in the brainstorm and the rest have been silenced.


5. Ideating and evaluating new product ideas goes haywire.


There are brainstorming sessions where everyone can have their say. After all, this is the reason for the brainstorming session, isn’t it? Indeed, when you carefully listen to what is being said and build upon the product ideas mentioned by others, however, the risk involved is that the ideas are judged immediately. Remarks such as: ‘That does not work with us’, ‘We have tried it before’, ‘We will never get permission to do that’, or ‘No that can definitely not be done’, are heard. In reality, due to these negative statements, it causes such a mix up where real creativity does not stand a chance, and a spiral of negativity is created whereby everyone is silenced within a short period of time as they are trapped amongst all the creativity killers.


6. With hundreds of yellow post-its on the wall we don’t know what to do next.


Often the person, usually the marketer who is responsible for the innovation itself, facilitates the brainstorming session. Soon product ideas are mentioned and in the end there is a wall full of post-its. But then the process stops, because what next? There might be good ideas amongst them but the question is: how do we create a product idea with a head and tail out of all of this? I must admit that in the days when I was still a manager, I did not have the answer to this question either and thought that I had to find the answers myself whereby I thanked all the participants for their input and took all the post-its to my office. Here they accusingly stared at me for weeks, until I finally threw them in the dustbin. Thus, many things can go wrong in a brainstorming session as the setting up and facilitating of a brainstorming program is a profession. This I learned much later, luckily.

7. Product or service ideas remain vague.



Due to the fact that everything in a brainstorming session, in the beginning, goes so well and creativity is stimulated, new product ideas are expressed in beautiful sounding marketing jargon. However, be aware as this can be a self-made pitfall. For example: ‘We are going to make an application whereby we can reach adolescents with trendy virtual mobile marketing’, or ‘It is going to become a very original product as it appeals to the primitive man inside us because it favors authenticity’. Product ideas in this stage, which can either represent everything or nothing, still have a long way to go.

8. Senior management is out to reject very innovative ideas.



At the beginning of the innovation pipeline, product ideas are screened. This is the task of the senior management who has the chance to influence the process afterwards. Even though the task is to really innovate, the ideas, which are considered as being too far fetched, are removed first, either because they cannot relate to it or because they believe it is really too far fetched, leaving the responsible executive managers in a daze. Real innovation was after all the intention, wasn’t it?

9. The development team puts everything back for discussion.



It is great when the decision is made to develop a good and new product idea. Subsequently it is passed on from the product inventors to the product developers – who are usually a multi-disciplinary team under the control of a project leader. It seems strange, but it is usually at this stage where most of the energy disappears from the idea. All the members of the development team now dissect the original product idea as everybody has their own vision as to which direction it should go. This is normal, isn’t it? Of course it is necessary to improve the product idea during the development process, but often the distinguished product idea starts looking more like ideas we have already had, only because we can produce something like that. The risk is that you then throw the baby out with the bathwater.

10. Line management always resist innovative ideas.



During the development process, the product idea has to be ‘sold’ to the line management on a regular basis. The reason being that should the product reach the finish line of the innovation process, they are the ones who will be producing the product and putting it on the market. So, while you are waiting for the expected applause, you continue to receive many comments and a pile of questions to which you do not have answers. It is logical that you would ask yourself whether these comments and questions are practical arguments or whether you have become the victim of the feared ‘not invented here’ syndrome. Maybe it is even a political game. Hence, it can happen that a good new product idea is kept in the freezer for years due to a lack of internal support. The resistance from the line management team can also be caused by the fact that they have more than enough to do with their regular tasks. And if they do not have the time to work on their own ideas then they are not prepared to spend time on the ideas of others, which has been forced upon them.

Conclusion



It is possible that you have recognized the above-mentioned situations, but do not despair because you are not the only one. And I have been working on a solution. I try to solve these 10 mistakes with the FORTH innovation method, which is recently published in my new book ‘Creating innovative Products and Services’.


You can also download thirteen free checklist of this innovation method here. I wish you lot’s of success in ideating new innovative products, services and business models.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Três passos para o sucesso | Blog da Análise Técnica

Três passos para o sucesso | Blog da Análise Técnica


Após passar pela experiência de operar no mercado por mais de uma década e de ter pessoalmente treinado mais de vinte mil traders, identifiquei alguns passos necessários para se alcançar o sucesso. Muitas vezes ele é determinado mais pela estrutura mental (o conjunto de crenças) que alguém desenvolve do que pela sua capacidade intelectual ou conhecimento de mercado. O sucesso no mercado é algo raro, duas em cada dez pessoas vão alcançá-lo. Por outro lado, o sucesso no mercado pode representar a total liberdade: financeira, geográfica e temporal.
Primeiro passo: desenvolver expectativas realistas
Quase todos os novatos chegam à bolsa com expectativas exageradas: ganhar muito dinheiro, num curto espaço de tempo sem muito esforço. Como a maioria é trazida para o mercado durante um movimento de alta, essa realidade parece fazer sentido, já que durante uma fase de expansão os preços das ações podem subir sem parar por um longo período de tempo. “Não confunda tendência de alta com cérebro”, já diriam os traders americanos. Altas expectativas nesse caso gerarão grandes decepções. Os melhores investidores do mundo conseguem manter resultados na casa de 20% a 30% ao ano por longos períodos. Creio que esse é um ponto de partida para o que é possível alcançar na bolsa, mas isso depois de muito treino. Se os mestres do universo no mercado financeiro alcançam esse tipo de resultado, qual seria a chance de alguém com pouco preparo e conhecimento alcançar de forma consistente resultados melhores?
Segundo passo: escolher um método
Talvez aqui apareça a maior dificuldade inicial, pois não existem soluções prontas. Como cada pessoa terá características únicas, cada um terá que desenvolver um método que seja mais adequado para o seu perfil financeiro e psicológico. Vejo dois caminhos básicos a serem seguidos: trader ou investidor. O trader é o sujeito que irá buscar operações de prazo mais curto, com maior freqüência. De maneira geral ele não se interessa nos fundamentos econômicos do mercado operado, mas sim em entender a dinâmica dos preços para identificar oportunidades de compra para vender mais caro ou venda para recomprar mais barato. A ferramenta utilizada nesse caso é a Análise Técnica ou Análise Quantitativa. Já o investidor busca operações de prazo maior, com o entendimento sobre o aspecto econômico de uma empresa. Ele quer ser sócio dessa empresa porque acredita na sua gestão e na capacidade de gerar bons resultados. A ferramenta utilizada nesse caso é a Análise Fundamentalista e o entendimento do cenário macroeconômico.
Independentemente da estratégia utilizada, é necessário organizar um plano bem detalhado, onde o trader/investidor vai colocar o seu objetivo, o método utilizado em detalhes e a rotina diária ou semanal de acompanhamento do mercado.
Terceiro passo: mudar a sua estrutura mental
As nossas crenças e características psicológicas usuais irão trabalhar contra o bom andamento das operações no mercado. Não somos talhados para essa atividade e teremos que produzir uma mudança no conjunto dessas crenças que formam a estrutura mental. Por exemplo, o instinto humano mais básico, a sobrevivência, irá gerar o medo de perder durante uma operação. Isso pode fazer com que você saia exatamente no fundo após uma queda, caso esteja comprado, provavelmente no pior momento possível para sair do mercado. Além disso, você pode acreditar que tem uma capacidade maior do que realmente tem de identificar o movimento futuro dos preços. Você trabalhará no sentido de mudar a realidade para sentir maior conforto na hora de operar, talvez sendo demasiadamente otimista ou pessimista, diminuindo as chances de tomar a melhor decisão. Outra possibilidade é que você desenvolva alguma compulsão pela atividade, com a perda de foco, que passa a ser operar mais ao invés de ganhar mais.
Para se transformar num ganhador é necessário mudar a sua mente.
Dos três passos apresentados, talvez esse último seja o mais importante e difícil de alcançar. Por incrível que pareça, esse é o aspecto menos comentado e discutido sobre a atividade de trade/investimento, talvez por ser o mais complexo. De qualquer forma, durante a minha experiência no mercado não identifique nenhum ganhador consistente que não tenha modificado a sua estrutura mental.
A semana no mercado
O IBOV fechou outra semana bem negativa, com a perda do suporte por volta de 60500 pontos, o que sinaliza a busca do suporte principal por volta de 57600. Dessa forma a tendência de baixa se consolida, o que permitiu a produção de ótimos trades de venda nos últimos tempos. No caso de algum repique, a zona de 60500 agora funciona como resistência. O mercado está esticado para baixo, o que pode gerar algum repique, mas sem mudança no cenário negativo.
Chama especial atenção a forte queda no setor de bancos. Geralmente isso acontece quando há uma deterioração do sistema financeiro, ou seja, é um sinal de alerta preocupante. Podemos colocar como exemplo a queda em ITUB4 com a perda do suporte em 34,00. O estado sobre-comprado deve gerar alguma recuperação em breve, mas para o prazo maior fica consolidada a tendência de baixa.
O setor de siderurgia segue dominado pelos ursos, com a perda de suportes importantes, abortando um possível pivot de alta de reversão. GGBR4 perdeu o fundo de 15,30, que agora é resistência no caso de recuperação imediata. Pela simetria, parece que o papel vai em busca do fundo de 2008 na faixa de 10,40.
A PETR4 testa o fundo de 22,85. A perda desse patamar seria um sinal negativo para o papel. Nessa segunda o ativo abriu abaixo desse patamar mas apresentou boa recuperação em seguida. Fico atento a perda do suporte para eventualmente iniciar uma nova venda no ativo. A resistência fica consolidada por vola de 24,00.
Entre os ativos de maior liquidez, notei força compradora maior em VALE5, que se manteve acima de um pivot de alta rompido em 45,30. O papel montou resistência por volta de 47,20 e pode abrir espaço para mais altas no caso de rompimento desse patamar. É um dos poucos papéis que eu foco para possível compra.
Apesar da boa possibilidade de repique no curtíssimo prazo, a tendência é claramente baixista para o prazo maior. E para não perder o costume, ressalto a importância de sabermos operar também na ponta vendedora. Esse tipo de operação garantiu para a minha carteira um resultado positivo em 2011, enquanto o IBOV já apresenta uma queda de mais de 14%.